quinta-feira, junho 30, 2011

Festa real 2

Os contos de fadas continuam. Mais uma boda real agita a Europa. Sem a repercussão que teve a boda britânica, mas com muito charme  e igualmente pompa, finalmente o Príncipe Albert II de Mônaco vai se casar. A eleita é a ex-atleta nadadora sul-africana Charlene Wittstock. Eis:

Havia quem dissesse que a princesa Grace Kelly teve três filhinhas, Caroline, a primogênita, Albert, varão e Stéphanie, aquela do olhar 43, hoje reduzido a 21 ½. Mas outros diziam que ele era um solteirão pegador (namorou Brooke Shields, Claudia Schiffer, Gwyneth Paltrow e outras famosas) e que aproveitou bem sua solteirice e só agora aos 53 anos vai se casar. A bela família:
De incomparável beleza, o principado de Mônaco é um minúsculo país europeu governado há séculos pela casa Grimaldi, não se cobra impostos e vive de turismo e do famoso Cassino. Na década de 50 tornou-se famoso pelo casamento, até então do século, entre a atriz americana  Grace Kelly e o Principe Rainier de Mônaco.
 Houve boatos recentes de que a noiva, Charlene tinha desistido e fugido, por se sentir pressionada, não falar bem o francêse a falta de amigos no país, mas o príncipe negou e exigiu a retratação da revista francesa L'Express e tudo não passou de especulações (O diretor da L’Express diz ter “três fontes distintas e fiáveis” para avançar as desavenças entre o Príncipe e a futura esposa, mas o palácio monegasco rejeita o que classificou de “mentiras” da revista).
O príncipe já tem dois filhos, ilegítimos, que não participarão da cerimônia, nem serão herdeiros do trono. Fofo isso, né?
As cerimônias estão marcadas pra este fim de semana e haverá um concerto com Jean Michel Jarre. Então, felicidades aos noivos!

sexta-feira, junho 24, 2011

Atendimento

Mais uma da séria série: atendimentos.
Gente, não é brincadeira!
Precisando dos serviços de atendimento de rede de cartões de (Mastercard, pronto falei!) crédito fui ao site, depois de tentaivas frustradas por códigos obsoletos e afins, desisti e lancei mão da outra forma indicada. Disponíveis os números de ligação, liguei. Nada de atender. Enviei um email no campo destinado no próprio site.
Dois ou três dias depois, eles respondem, dizendo pra ligar pro mesmo número e o que ter em mãos na hora da ligação. Isso não é nada comparado ao que se passa até ser atendido por uma pessoa que lhe ouça, responda e atenda ao que realmente você foi em busca, realmente, até chegar ao que se  interessa.
Liguei, milagre, atenderam, mas no que ouvia, não acreditei em tantos comandos, uma coisa que pode ser rápida, eles enfeitam tanto pra provar sua paciência e tornar a ligação super longa, não sei se ganham por isso, uma vez que o serviço não é 0800. Então, voltando á peregrinação até ser atendida, uma enxurrada de perguntas, umas até sem sentidos e aperte o 2 ou 3 mais *, dá vontade de desistir, mas tem que ir em frente e depois ainda vem encher o saco oferecendo mais cartões e serviços.
Tenho uma amiga que quando liga pra'quela operadora de telefonia e a voz do além diz: "não entendi". Ela solta uma enxurrada de palavrões!
Apesar de haver leis que dão direitos aoconsumidor, isso é só no papel, porque até que faça valer esses direitos já fomos vencidos pelo cansaço, paciência e buracracia. Haja saco!

segunda-feira, junho 20, 2011

Bom!

A vida e doce quando te dão um desses:

Aí vem junto a alegria de saber que a semana começa bem.
Por quê? 
Porque será mais curta ainda.
Porque tem feriado e será prolongado.
Dá pra fazer muita coisa.

domingo, junho 19, 2011

Para um pouco!

Tem horas que teu corpo pede tempo.
Tempo pra se cuidar melhor, pra reduzir a carga de trabalho, de estresse, de preocupações, de proporcionar momentos de descanso e de se preocupar menos com coisas que não são tuas, porque está quase no limite e se teimar em seguir em frente, sem dar ouvidos ou fingindo que não é contigo o resultado é ser monitorada por um holter depois de parar num consultório médico com urgência.
Tudo tem limite nessa vida. Ansiedade não leva a nada. Um minuto de lucidez em meio a uma rotina puxada.

domingo, junho 12, 2011

De repente...

Como se fosse Amélie Poulain abrindo aquela latinha que achou num buraco, naquele compartimento secreto que mais parecia a casinha do ratinho Jerry. Ela fascinada pela descoberta e eu pelas lembranças de coisas que essa geração já não faz mais e portanto não sabe a alegria, emoções e expectativas que as cartas causavam.
Aqueles lugares em casa, onde a gente guarda algumas coisas que esquece por anos, por não ter utilidade, mas que não se desfaz, porque julga ser um tesouro estimado.
Procurando alguma coisa, achei de ir lá, possivelmente encontraria, mas mexe dali, mexe de cá, vejo a caixa e abro a tampa, encontro muitos envelopes, cartãs, cartões, bilhetinhos, postais, essas coisas que hoje não se faz mais, (não sei se ainda por poucas pessoas) e que outrora nos fazia super felizes. Olha, até o carteiro
eu conhecia e sabia a hora que ele passava diarimante e toda tarde eu abria  a caixa de correspondência, tinha muitos amigos, adorava escrever cartas, colecionava postais, enviava e recebia cartões de níver, natal ou sem nenhuma data especial, sempre valorizei cada um deles e a pessoa que me mandava.
Quando essa prática acabou, com o advento da internet, eu preferi guardar tudo e hoje ao pegar essa caixa viajo relembrando como era tudo isso.
Ficou obsoleto, mas as lembrança ficaram pra sempre. Essas coisas antes da internet que faziam a gente viver momentos maravilhosos.
Quando estudo com meus pupilos esse gênero textual, eles param pra ouvir minhas experiências e morrem de curiosidade. De quê? De saber de quem eram as cartas, bilhetinhos, cartões... : )

Queria escrever mais, mas detesto post longos.

quarta-feira, junho 01, 2011

Já?

Metade já! E vai ser bom, inteiro! Com muitas coisa lindas!
Ideias doces:

Chocolate quente + marshmallow. Já experimentou? Vai lá! É bom. Não. É muito bom!