sexta-feira, fevereiro 18, 2011

...E ela tem dito!

Obrigada, Rita!!!
Disse tudo!

13 comentários:

Dilberto L. Rosa disse...

Com o perdão da seguinte seqüência de plebeísmos chulos, mas... Bota "escrotinhos" nisso, cara Rita! Que merda, né, Ruby? Mas a gente escolheu essa porra de sacerdócio, agora vamos até o fim nessa bosta! Rs. Abração!

P.S.: Fui professor de Redação e sei bem o que é isso, de lutar para enfiar interpretação de textos naquelas cabecinhas que só lêem letra de Lady Gaga (uma grande parte, claro que há exceções...)!

P.S.2: em tempo - aquele não era meu escritório, Ruby; eram só imagens catadas a esmo pela 'net'...

Ruby disse...

Dilberto, vc conhece a ofício e sabe o quanto é duro trabalhar com esse povo. Essa geração não quer nada com cultura, aprendizado, é so namorar, shopping, games e redes sociais e oa pais cobram da gente e não deles, porque não tem autoridade e controle e apela pra escola. Beijos.

Borboleta no Casulo disse...

O pior é a interpretação de texto...que coisa confusaaaa!!rs
Bjsss

Jens disse...

Oi Ruby.
Ja fui um escrotinho adorável - do primário até a conclusão da faculdade, me apaixonei por todas professoras de português ou redação que atravessaram meu caminho (o irmão Mainar e o Jorge Campos não entram na lista, hehehe..).
***
Agora, à sério:
não sei foi Saint-Hilaire ou Mário de Andrade o autor da frase "ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil!" Mas isto não importa - a nação venceu a saúva.
Atualmente, a questão é outra: ou o Brasil resolve o problema da educação, ou a falta de educação acaba com o Brasil. Além do salário (fundamental para motivação e tranquilidade existencial dos mestres), outras questões desafiam a sociedade, exigindo solução, dentre as quais cito duas: acoplar as ferramentas tecnológicas às práticas de ensino, de modo a despertar o interesse dos petizes pelo aprendizado; restaurar o respeito devido aos professores. A resolução destas questões passa não apenas pela ação do governo, mas também, com o mesmo grau de importância, por uma nova postura dos pais, no sentido de assumir a sua parcela de responsabilidade na educação dos filhos. O problema é de todos nós. Da solução depende o futuro do país.
***
Agora, por pior que sejam a remuneração e as condições de trabalho, isto é inaceitável:

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/02/professor-de-matematica-e-acusado-de-apologia-ao-crime-em-santos.html

***
Beijo, fêssora.

Ruby disse...

Oi Jens, obrigada por seu rico comentário, o caso é mais grave do que se imagina em relação à educação.
Essa do infeliz prof. de matemático eu vi em algumas redes sociais já. É lamentável!

evipensieri disse...

Concordo plenamente.

Eu adorava interpretação de texto...

Bjs.
Elvira

Karen Kremes (Kaz) disse...

Olá, Ruby!
Muito obrigado pelo comentário, AMEI ;D

Triste, mas verdadeiro o que a Rita Lee disse. Infelizmente a educação no Brasil é tratada com total desleixo e os professores não são valorizados como deveriam =/ Vamos orar para que essa situação mude.

Um abraço e uma benção!
God bless us everyone
Kaz

PATRÍCIA TELLES disse...

Como sempre, a Rita Lee tem pensamentos muito reais do cotidiano de nosso país. Professores mal remunerados, abatidos pela legislação fraca que previlegia adolescentes imaturos e, às vezes, perigosos. E nessa confusão, ainda tentamos ensinar Literatura a uma turma que só pensa em música de péssima qualidade. Agradeço a simpatia dela e o seu post minha amiga. O pior é que amo esta profissão. Já tentei deixá-la duas vezes e acabei voltando. É o que faço de melhor!!! Vai entender! Não esquece de visitar o meu blog!!! Saudades de ti!

Francilene Suri disse...

Gostei!
Nada mais que a verdade ... admiro a coragem de colocar a cara a tapa e falar a verdade que se vê todo dia por ai, ao invés de simplesmente fingir não ver!

Muito bom mesmo, adorei viu? rs

Beijos.

Atitude: substantivo feminino. disse...

Já gostava da Rita, agora amo.
Vou repassar para meu marido.
Professor de Filosofia. Rá.
Do estado.
Rá.
Lágrimas.
Sim, ele tenta ensinar filosofia para alnalfabetos.

Denise disse...

Por isso que eu admiro quem ainda quer ser professor nesse país. Sério! Admiro mesmo! Eu não sei se teria paciência de tentar ensinar pra esses adolescentes de hoje. Eu sou da época em que ainda se respeitava professores.. Há hoje... :/

Denise disse...

Oops, há hoje não, JÁ hoje... ehehehe

Ruby disse...

Denise, é mesmo muita paciência e questão de sobrevivência, porque o tanto que você imaginar, tá difícil aguentar esses adolescentes