domingo, junho 20, 2010

Loucos por fama, a saga continua.

Pronto, ameaça cumprida! Vão mesmo lançar uma  biografia da moça cujo vestido curto causou a maior confusão numa universidade de São Paulo, ela mesma, Geisy Arruda (não sabendo que era possível foi lá e fez) Hehehehe!!!!
Essa parece mesmo disposta a esticar os 15 minutos de fama e  pertubar mais uns dias e tudo graças a mídia que adora dar espaço pra essa gente que apronta umas e outras e vira celebridade. 0_0
Lembro na época desse bafon de uma jornalista renomada saindo em defesa da moça com uma bela resenha-desabafo e fiquei chocada devido às proporções do caso, que na minha opinião não merecia tanta notoriedade. Brasillll!!!! But...
Quando li não acreditei. E me pus a pensar e logo me perguntei:
Será que alguém vai comprar?
Que programa de TV vai convidá-la pro lançamento exclusivo?
Será que vão transformar em filme?
Vai dar no The New York Times (foi nesse?) dessa vez?

Até hoje não entendo o porquê de tantos holofotes (e tá é demorando, viu?!), mas tudo bem, "nesse país em se plantando, tudo dá"! O que não se faz pra manter a fama quando não se tem talento e nem beleza, mas se conta com a sorte, muita sorte! Só isso explica. Se isso também serve de inspiração, aí vai:
A única coisa pior no mundo do que estar na boca dos outros, é não estar na boca de ninguém.
[ Oscar Wilde ]
Não vou dar muita moral, não. É coisa rápida, pelo menos aqui.
Post sem imagem, eu me rescuso a publicar.

domingo, junho 13, 2010

Do barulho!

Olha, eu não sou fã de futebol, não tenho time do coração e só paro um pouco pra assistir  a algum jogo, em tempos de copa. Mas até pela TV é insuportável esse barulho produzido por essa tal vuvuzela. Agora imagine ao vivo, e se for ao teu lado, tanto da esquerda quanto da direita, porque suponho que nem todos que vão ao estádio tem essa mania. Parece um enxame de abelhas, de moscas e todos ao mesmo tempo, é irritante! Eu acho que atrapalha a concentração. E de tantas reclamações já vazou a notícia de que o Comitê Organizador da Copa está considerando proibir as polêmicas cornetas durante o torneio. Faz parte da cultura futebolística africana, tudo bem, eles foram amigos e resolveram respeitar pelo menos a hora da execução dos hinos, mas tem muita gente achando que isso é pouco e partiram pra mais queixas. As reclamações partem não só dos jogadores, espectadores, mas de algumas equipes que transmitem os jogos, isso vai dar pano pra mangas, vamos aguardar, porque é uma decisão que tem de ser tomada bem rápido, alegria, manisfetação é legal, mas que aquele barulho estranho é.

segunda-feira, junho 07, 2010

Abandono de domicílio!

Férias virtuais forçadas. Eis-me aqui de novo! Extremamente ocupada com o trabalho, sumi daqui durante um mês e a metade do ano já se vai. É mole?
Água
como pode se falar tanto em cuidar do meio ambiente, de bens que ainda nos restam, se às vezes (muitas vezes) são meras palavras.
Dicas de como se economizar e fugir do desperdício de água são comuns, advertências de que está se tornando cada vez mais escassa, mas na verdade, as próprias companhias responsáveis pelo sistema de águas e esgotos, que são órgãos públicos (e talvez esteja aí a justificativa) e como todo (quase, não quero ofender) órgão público há de se ter descaso e poucos funcionários interessados em exercer sua função. Me causa tremendo incômodo passar por um lugar e me deparar com água jorrando. Água limpa, de canos quebrados ou vazamentos simplesmente escorrendo horas ou dias e mesmo que  ligue, avise, vão quando bem entendem.
Não sei vocês, mas eu fico indignada, como se não bastassem algumas senhoras ou empregadas que não tem lá muito o que fazer e ligam  as mangueiras e ficam horas se divertindo molhando a rua, calçada, ou seja jogando água fora! As companhia dão dicas de economias, mas não prestam urgência pra se consertar canos e vazamentos nas ruas.
Eu cuido, faço a minha parte, mas se todos não se conscientizarem, poucas pessoas não podem fazer muito. Pode parecer bobagem pra muitos isso que falo, mas eu insisto em que é melhor preservar pra depois não lamentar.