segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Art bag

Pop art de Roy Lichtenstein agora nas bolsas.
De quem? Roy Lichtenstein (1923-1997) pioneiro da pop art. Interrompeu seus estudos de Arte em conseqüência da Segunda Guerra Mundial. Lichtenstein ganhou a vida como desenhista, decorador de vitrines e professor de Arte. Buscando um estilo próprio, desenvolveu nos anos 60 a imagem que o tornou conhecido imitando o trabalho coletivo do cartum, Lichtenstein usou a história em quadrinhos e o texto, simplificou os contornos e escolheu para  superfícies azul, vermelho e amarelo. Na década de 70, recriou motivos e estilos inspirados na história da arte para forçar uma nova perspectiva.
A arte pop de Roy
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Seu interesse pelas histórias em quadrinhos como tema artístico começou provavelmente com uma pintura do camundongo Mickey, que realizou em 1960. Em seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características das histórias em quadrinhos e dos anúncios comerciais, e reproduziu à mão, cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Eis algumas das bolsas que devem chegar ao mercado em março:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 Cada uma mais linda que a outra. Apaixonadas por bolsa, não dá vontade de ter todas?

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Mentir

Convivo no trabalho com uma colega bem dada às fábulas. Eu explico, ela não conta ou inventa histórias que trazem ensinamentos não, ela simplesmente é uma mentirosa compulsiva, distúbio esse que não prejudica ninguém, a não ser a própria, haja vista serem as mentiras somente pra idealizar uma vida utópica. Ou seja, ela só infla o ego, é a tal, faz coisas mirabolantes, namora "o cara", comprou isso, ganhou aquilo, uma mega maquiagem social. Nossa, nem sei se é triste ou cômico!Só sei que quando ela começa, todos se olham ou ficam fazendo algumas expressões faciais que facilmente são percebidas até por quem nunca ouviu as histórias fantásticas da senhorita mitomania. As reações são diversas, uns ficam calados, outros se olham muito sérios, outros dão corda pra animar mais a conversa e depois, vão sorrir. Pra quem não sabe isso é um distúrbio patológico que necessita de cuidados e tratamentos, mas ninguém quer falar, é tipo mau hálito. Quem se habilita a falar pro indivíduo? Me pergunto: e a família? Não percebe? Não faz nada pra ajudar ou por um fim nesse amaranhado de infinitas mentiras? Com o passar do tempo isso acaba se tornando difícil de ser controlado, como uma doença crônica. Creio que muitos indivíduos não se dão conta do que falam ou inventam, acho que entram num êxtase que os faz crer que realmente são ou vivem aquilo que falam ter ou ser, quando confrontados ou levados a comprovar as lengendárias narrações devido a tantos exageros acabam se contradizendo e caem na  rede tecida por eles. É triste tal situação.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Reação

 
 Aiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!
É a fatura do cartão depois de dez dias de viagem.
Espera um pouco, vou ali no muro das lamentações e  já volto!

sábado, fevereiro 13, 2010

Esses dias!

Confesso que odeio carnaval! Deixa prá lá, nem vou dizer porquê. Mas não vou negar que amo o feriadão! Atire a primeira pedra aquele que não gosta também! Não tenho culpa, afinal nasci em um país onde há muitos feriados e quando se aproxima um, todos ficam na expectativa e se for próximo a uma sexta-feira então, melhor ainda. Pra quem fica em casa, de lascar mesmo é a programação da nossa TV maravilha! Ninguém merece tanta merda! Droga, troca de canal e lá está sempre a mesma porcaria de programação! Carnaval. Samba. Desfile. As desvairadas por famas se exibindo feito loucas!!!! Não dá!!!!! Mas é a prova de que nem tudo é perfeito, descanso sim, mas se vira, se quer fazer um programa ao ficar em casa, tem que apelar mesmo pros filmes em DVD. Então, tá, a caminho da locadora agora!!!!
Depeche Mode - Strange love

sábado, fevereiro 06, 2010

Medos

Fobia
[Do lat. cient. phobia < gr. -phobía, como no gr. hydrophobía, ‘hidrofobia’. V. -fobia.] Substantivo feminino. Psiq.
1.Designação comum às diversas espécies de medo mórbido.
2.Horror instintivo a alguma coisa; aversão irreprimível.
Algumas como:
3.Acrofobia: Medo mórbido de altura, de lugares elevados.
4.Claustrofobia: Estado psicopatológico caracterizado pelo medo de estar ou passar em lugares fechados ou de tamanho reduzido.
5.Climacofobia: Medo patológico de escadas ou de galgá-las.
6.Brontofobia: medo patológico de trovões e relâmpagos.
7.Acluofobia: medo de escuro ou escuridão
8.Automatonofobia: medo de boneco do ventríloquo, criaturas
9.Coimetrofobia: medo patológico de cemitérios.
10.Cleitrofobia ou cleisiofobia: medo patológico de ficar trancado em lugares fechados.
11.Batmofobia: Medo patológico de escadas ou de ladeiras altas.
12.Aerodromofobia: Medo patológico de viagem aérea.
Parou!
É aí que queria chegar!Porque dentre as fobias citadas acima, as duas últimas fizeram, eu disse, fizeram parte da minha vida e considerava difícil superá-las.
Sempre fui uma criança medrosa. Irmãos e primos bem mais velhos, diferente de hoje, antes os maiores se divertiam metendo alguns medos aos menosres, só pra depois caírem na gargalhada. Mas o tempo passa e esses medos ficam alojados trazendo limitações, mais que as que já temos naturalmente. Às vezes, essas medos dão ideia de barreiras intransponíveis, produzindo uma infinidade de pensamentos até absurdos na mente e fazem com que nos abstenhamos de uma melhor qualidade de vida.
Chega uma hora que que é preciso nos dispormos com ousadia a enfrentá-los, virar a mesa e extirpar esses medos que durante anos exercem um forte domínio. É como se fossem chaves autônomas que abrem cadeados rompendo aquilo que nos aprisionou. Para muita gente pode parecer bobagem, como alguns classificam, mas não é. Quem sente, sabe. Depois dessa vitória, resta agradecer a Deus pela força, pela coragem até então inexistentes e finalmente dizer: Superei!


quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Dia como outro qualquer, indo cedo ao trabalho, a moça já bem próxima ao  destino, andando despreocupada e a passos lentos. À sua frente, na direção contrária, vem uma garotinha, sete, oito anos mais ou menos, toda serelepe, saltitando e sacudindo a cabeça, Enquanto passava pela moça, abriu um sorriso largo e disse: oi, moça bonita!Pronto, dia ganho!
Não pela fala da garotinha, mas pela espontaneidade e aquele rostinho alegre, se abrindo num sorriso verdadeiro. Coisas simples, mas que trazem encantamento fazendo com que o dia seja iluminado.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Esperando

Alice in wonderland - Alice no país das maravilhas

Olha, eu não sei o que deu em mim, mas estou aguardando com ansiedade esse filme. Deve ser por ver tantas fotos, pôsters, teaser e comentários. De Tim Burton, o mesmo diretor de A fantástica fábrica de chocolate.
Será que vai mesmo valer a pena? Se depender da publicidade que há tempos se espalhou vai arrasar. Espero. Em março.



E por falar em filmes, um clássico do cinema suspense-horror completa 50 anos. Psicose, apontado como o maior sucessso de bilheteria de Hitchcock, o mestre do suspense. Quem não conhece a famosa e revolucionária cena do chuveiro, onde o totalmente desequilibrado Norman Bates (Anthony Perkins) mata a mocinha Marion (Janeth Leigh) num hotel de beira de estrada enquanto aquela música mais famosa ainda (de Bernard Herrmann) e aterrorizante é tocada? A cena tem 45 segundos e levou sete dias para ser filmada. A atriz, confessou em entrevista uma certa vez que criou trauma e não banhava de chuveiro e que recebia cartas ameaçadoras, que algum psicopata queria fazer com ela como o personagem de Perkins fez no filme.