domingo, abril 27, 2008

Eu quero!

Desde criança sempre amei sapato boneca, agora com a volta dos sapatos fechados, sapatilhas e escarpins, ele também tá de volta, mas esse modelo da marca Crocs me enfeitiçou.
Simplesmente lin-do! É o Crocs Alice.
Não é fofo?


sexta-feira, abril 25, 2008

RAIVA

Expressar a sua raiva em palavras e extravazá-las é uma péssima idéia. Não tarda e você acaba por se arrepender de falar o que não deve. Domínio próprio é importante.
(tenho que aprender)
Pense bobagem, mas não diga bobagem.
Tudo vai ficar bem.

domingo, abril 20, 2008

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Será que alguém poderia me explicar por que você fica durante anos guardando determinada coisa e nunca, ab-so-lu-ta-men-te nunca precisa, daí, um belo dia você resolve fazer uma faxina e se livrar dessa coisa, porque não serve e nem nunca serviu pra nada. Acontece que não demora nadinha, você precisa. É impressionante! É ou não é?

terça-feira, abril 15, 2008

DICA DE FILME
Não amarás, título em português. Do polonês Krzysztof Kieslowski. Assisti pela Band há alguns anos e me apaixonei, dias depois fui à locadora peguei pra assistir de novo, coisa que fiz por várias vezes seguidas. Saiu em DVD e pretendo comprar. Deixo como dica, porque realmente vale a pena.
SINOPSE
Tom, um jovem que trabalha nos correios, espia de binóculos a bela e mais velha vizinha por quem é apaixonado, Magda. O enamorado começa a lhe enviar bilhetes e fazer telefonemas.
Toda a ação se passa num conjunto de apartamentos de classe média e as vidas dos 25 personagens se entrecruzam. A narrativa fica entre a crônica e a metafísica, mas basicamente é um drama existencial advindo do cotidiano, em que a avidez, o engano, o sexo, a mentira, a traição, o assassinato e o furto se fazem presentes. Por vezes, a moral da história é muito explícita, mas os personagens nunca são julgados, eles já vivem num inferno criado por si mesmos, por sua "liberdade de escolha". Kiewslowski apresenta uma maneira particular de filmar, sempre atento a detalhes - um copo que cai, um menino olhando uma pomba, um goteira no hospital - com uma extraordinária sensibilidade, que parece ser única entre seus contemporâneos. O trabalho dos atores é de uma enorme naturalidade, sem jamais cair nas armadilhas clichês do telefilme americano. Embora praticamente todas as histórias tenham um final surpreendente ou irônico, elas constituem antes de tudo um grande painel do comportamento humano. No contraponto ao que cinema norte-americano nos ensinou a ter certas expectativas, Kieslowski surpreende sempre - de forma tão extraordinária, tão pouco usual e infelizmente ainda quase desconhecida - que fica difícil escolher um preferido. Este filme singelo e delicado é das mais belas historias de amor do cinema.


Título original : Krotki Film o Milosci (Polônia, 1988)
Diretor: Krzysztof Kieslowski
Elenco: Olaf Lubaszenko,Grazyna Szapolowska.
Gênero: Romance
Duração: 82 min. Cor

PRESENTE
Recebi da minha amiga Caliana, super fã da deusa nórdica, como eu.
Super lindo e luxuoso.
Leitura demorada (em inglês, não traduzido ainda pro português), mas que vale a pena, já iniciei e, é maravilhoso. Valeu, Cali!!






Uma biografia autorizada pelos filhos. Charlotte Chandler, a autora, que foi amiga de Ingrid por vários anos e decidiu dividir com os fãs detalhes ainda desconhecidos, contém diálogos e conversações de Ingrid com amigos. Vale a pena ler, pra quem gosta e nunca cansa de admirar essa atriz que marcou uma época com sua beleza, talento e história indescritível.

quinta-feira, abril 03, 2008

SONHO
Noite calma, sono distante. De repente o sono chega, entre o meio despertar e o sono frágil, um sonho: Uma mulher e uma moça jazem paradas à porta de uma casa.
A mulher observa calada, entre um olhar e outro para a moça.
A moça calada observava a mulher e olhava pra ela com voz embargada e olhar cheio de lágrimas.
De repente, chega uma outra mulher, irmã da moça, ela chega falando e cumprimenta a mulher dizendo: "oi, mãe!".
A moça olha surpresa e grita: "então não sou só eu que a vejo!!!"
Seu rosto tinha um brilho nunca antes visto, claro como um cristal, raios solares iluminavam-na. A moça olha em direção a porta, chorando copiosamente e diz: "entra, mãe.
"Ela diz: "Não posso, esses raios que me iluminam não permitem que eu entre."
Pelo rosto da moça rolavam lágrimas grossas e abundantes.
A mulher falou:"Não entendo por que você chora tanto. Não chora."
A moça acordou.