segunda-feira, outubro 25, 2004


Tarde amena de um sábado monótono, não sei qual a pior da duas, se as tardes de sábado ou as de domingo. Só sei que são. Me peguei relembrando a infância um pouco travessa. Mas precisamente minha mãe preparando uma massa pra bolo, ficava lá no pé dela o tempo todo, os olhos acompanhando qualquer movimento.
O barulho da colher de pau na tigela de vidro transparente azulada era uma sinfonia nos meus ouvidos.
O melhor de tudo não era esperar o bolo assar e sim o momento que ele ia pra forma, e eu ansiosa pegava a tigela pra saborear o que sobrava, era delicioso. Fala sério! Quem não fez isso alguma vez na vida? Ah, mas depois pra levar, não era comigo, não!!!

Adorava pular amarelinha.
Assitir desenhos e seriados.
Ler gibi da turma da Mônica, Luluzinha e Misty, alguém leu?
Jogava bola de gude com os meninos.
Furava peixe na areia, com os meninos.
Trepava em árvores.
Morria de medo de cachorro e boneca do olhão.
Cantava na cantata infantil do Natal.
Ficava pendurada nos caminhões e esperava duas quadras depois outro voltar pra fazer o mesmo.
Subi no skate levei uma baita queda, nunca mais.
Adorava andar de bicicleta.
Adorava as bonequinhas de papel que a gente recortava e vestia com as roupas
super fashions.
Pulava elástico.
Brincava de queimada.
Imitava a Gretchen.
Gostava do domingo no parque. (tênis montreal, porque você é jovem)
Assitia o Bozo.
Depois fui brincar de escolinha e tracei meu futuro profissional.

Escrevi no sábado, mas só postei hoje.

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