domingo, março 01, 2015

Imagens e março

Eu aprendi a não criar mais expectativas, bom, os porquês a gente vê muito nas redes sociais e são os mesmos que eu  eu daria por aqui, mas eu tô apostando que março será um mês bom.
Lá pra metade do mês vou ficar mais velha um ano, vou receber algo que venho esperando há mais de um mês, vamos fechar o bimestre letivo, enfim, são muitas coisas, resolvi aprender a usar minha câmera, achei alguém disposto a me ensinar. Que março seja bom pra nós.

Delicadezas, belezas, delícias, desejos, singelezas.
 Saúde, habilidade, cores, doces, presentes, alegrias.
Elegância, amizade, perfumes, flores e tempo que já fechou.
O que queremos, bolinhas e gola Peter Pan.

sábado, fevereiro 21, 2015

Combinando


Nem sei de quando é a imagem, só sei que é pré-Oscar e eu dei nota 10! Aliás, a partir deste fim de semana, acredito que até o fim da semana que começa só vai se falar de as mais bem vestidas, as mais mal vestidas, o vestido, o look dessa, daquela sobre a festa chata longa e maçante do Oscar.
Mas vamos à foto do post: amo essa combinação, poá e listras. Já está ficando até repetitivo, mas não ia deixar passar esse look lindo e super desejável. E nem pediu nada de acessórios. O batom ficou super harmonioso com as poucas cores da roupa. Gostaram? Ah, é a Emma Stone.

terça-feira, fevereiro 17, 2015

Resenha - leitura

Desde que li, na adolescência o Diário de Anne Frank, passei a demonstrar muito interesse pela Segunda Guerra Mundial, sobre os campos de concentração, nazismo e o Holocausto.
Procuro ler sempre sobre a temática e este livro é mais um que narra as atrocidades dentro dos campos e principalmente os mais famoso e temido, Auschwitz. É o relato emocionante de Eva Schloss, uma sobrevivente, também levada aos campos em plena adolescência e com mais sorte que aquela que deu origem a muitos livros-denúncias e documentários da falta de humanidade da Gestapo e o ódio de Hitler.
"...Deixou marcas inesquecíveis na minha alma, eu tinha de seguir adiante, viver uma vida nova..."
Depois de Auschwitz não é tão diferente de outros livros que narram a fuga, o esconderijo, o medo e um dia aqui outro lá pra tentar sobreviver até serem achados ou denunciados e levados pra morte, ou talvez, marcados para sair de lá e servir de testemunhas da crueldade de seres que tratavam humanos como lixo e indignos de viver.  A libertação, as perdas e o recomeço.
A sinopse:

Em seu aniversário de quinze anos, Eva é enviada para Auschwitz. Sua sobrevivência depende da sorte, da sua própria determinação e do amor de sua mãe, Fritzi. Quando Auschwitz é extinto, mãe e filha iniciam a longa jornada de volta para casa. Elas procuram desesperadamente pelo pai e pelo irmão de Eva, de quem haviam se separado. A notícia veio alguns meses depois: tragicamente os dois foram mortos. Este é um depoimento honesto e doloroso de uma pessoa que sobreviveu ao Holocausto. As lembranças e descrições de Eva são sensíveis e vívidas, e seu relato traz o horror para tão perto quanto  poderia estar. Mas também traz a luta de Eva para viver carregando o peso de seu terrível passado, ao mesmo tempo em que inspira e motiva pessoas com sua mensagem de perseverança e de respeito ao próximo - e ainda dá continuidade ao trabalho de seu padrasto Otto, pai de Anne Frank, garantindo que o legado de Anne nunca seja esquecido.

Pra quem gosta do tema é uma excelente dica, só não gostei da parte da capa que fala que ela é irmã da Anne Frank, o que não é verdade. Achei meio sensacionalista, mas foi enteada de Otto Frank, pai de Anne, o qual também sobreviveu aos campos.

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

The supremes

Stop in the name of love. The supremes foi um bem sucedido girl group da Motown ativo de 1959 a 1977. Apresentava vários estilos musicais, como doo-wop, pop, psicodelia e disco. Uma das marcas registradas da Motown, o grupo foio mais famosos grupo musical negro dos anos 60, conhecida inicialmente como "Primettes". Era uma banda vocal formada por Betty  McGlown (substituída por Barbara Martin) , Diana RossFlorence Ballard e Mary Wilson. Emplacou 20 sucessos no Hot 100 da Billboard entre 1064 e 1969. Mas as meninas tinham muito estilo. Conforme as fotos selecionadas. Claro, que todo grupo feminino cria moda, e com certeza, na época elas eram não só famosas pelos sucessos, mas pelo modo de se vestir e criar estilos imitados pelas fãs. Eu sou uma árdua fã da moda das décadas de 1950 e 1960 e principalmente esta última, porque foi um divisor de água. As transformações foram muitas até chegar à era hippie, que na minha opinião, pôs fim à beleza. Cabelo, roupas e sapatos, as famosas botas que marcaram essa década, tudo elas usavam com muito estilo.
Alguns modelos podem ser usados tranquilamente ainda hoje, vejam o exemplo do vestido de croché, que está em alta agora. Eu amei esses looks.

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Feriado


Sabe quando a gente ansia por uns dias de descanso quando mal recomeça a trabalhar? É assim que me senti durante a semana, mesmo sabendo que ia fazer alguns trabalhos em casa, do trabalho também, além de algumas coisas que procrastino, não por preguiça, mas por cansaço e achar que há tempo pra tudo e que meu corpo pede descanso.
Eu sei que tem pessoas que acham que se exagera todas as vezes que se fala em salário de professor, mas podem acreditar, todo dinheiro é pouco, porque não é fácil!
Toda a energia que a gente acumula é sugada muito rápido. Mas, o que eu quero fazer é terminar de ler um livro, que não é didático, passar numa livraria, comprar outros dois já na lista e claro. os dias se arrastam, mas são breves ao mesmo tempo, e como se costuma falar, o que é bom dura pouco.
Colocar um armário de livros e coisas do gênero que está uma zona de tanto puxa, coloca, procura, espalha, joga... Preciso de coragem.
Odeio carnaval, mas amo esse feriado!